domingo, 15 de novembro de 2015

PRESIDENTE DA CIDADANIA


"Tenho como profissão o ensino, e como obrigação a cidadania. Os portugueses contam comigo, com isenção, com imparcialidade, para agir pelo bem comum, e não por interesses particulares. É esse o meu compromisso, é com esse compromisso que serei um Presidente de todos, com todos, um Presidente da cidadania"
António Sampaio da Nóvoa
Um Presidente Capaz

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

SAMPAIO DA NÓVOA SOLIDÁRIO COM A FRANÇA


O terrorismo atingiu Paris esta noite. Enquanto aguardamos mais informações sobre o sucedido, não posso deixar de manifestar a minha consternação e de transmitir desde já toda a solidariedade e pesar à França e aos nossos concidadãos europeus face a mais um atentado à liberdade e aos valores universais que todos partilhamos. 

António Sampaio da Nóvoa #LibertéEgalitéFraternité

SNAPletter#2 MANTER A SERENIDADE

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

NÃO HÁ QUALQUER RAZÃO PARA ATRASAR O PROCESSO DE CONSTITUIÇÃO DO NOVO GOVERNO


Declaração à Imprensa, 11 novembro 2015
A situação política exige uma declaração da minha parte. Antes de a fazer, permitam-me que deixe uma palavra de profunda admiração a Paulo Cunha e Silva que percebeu, com grande inteligência e lucidez, a importância da cultura e do conhecimento na vida das cidades, e dos países, e que ajudou a projectar uma nova imagem do Porto e de Portugal no mundo.
Num momento decisivo para o nosso futuro, no qual o papel do Presidente da República é determinante, os portugueses têm o direito de conhecer o que cada um dos candidatos faria no caso de ser eleito.
Não basta ser conhecido, ou  estar calado, à espera que tudo se resolva, sem se comprometer com nada. O respeito pelos eleitores exige que cada candidato mostre, pelo exemplo concreto, a actuação que teria como Presidente. Tem sido esse o meu comportamento. Será isso que farei em todas as circunstâncias.
Três apontamentos sobre a actual situação política.
primeiro para dizer que acompanho, com natural expectativa, o tempo de mudança que se vive na política em Portugal. A votação de ontem, na Assembleia da República, evidencia a maturidade e a vitalidade da nossa democracia. Importa, por isso, encarar as decisões tomadas com serenidade.
É uma prática comum em vários outros países europeus e não há qualquer razão para que não possa ser assim, também em Portugal.
Afirmei sempre que esta candidatura tinha uma característica que a distinguia de todas as outras: a independência face às diversas forças partidárias, a abertura a novas possibilidades de aliança entre os partidos, para além do designado “arco da governação”. Vejo, por isso, com grande naturalidade e confiança, o que se está a passar.
O meu segundo apontamento é para dizer que, obviamente, daria posse a um Governo com acordos de incidência parlamentar, como aqueles que ontem foram assinados pelo Partido Socialista, Bloco de Esquerda, Partido Comunista Português e “Os Verdes”. Nem me parece que haja qualquer outra alternativa nos termos da Constituição.
Um Governo de iniciativa presidencial seria chumbado pela Assembleia da República, como já foi anunciado por vários partidos.
Um Governo de gestão, durante longos meses e sem Orçamento de Estado, é claramente inconstitucional. Afirmo-o, na linha do que me garantiram todos os constitucionalistas que consultei ao longo deste processo, como o Prof. Jorge Miranda ou o Prof. Jorge Reis Novais, entre muitos outros.
Nem sequer quero admitir a possibilidade de o Senhor Presidente da República manter em funções um Governo de gestão, ou qualquer outro que não respeite os acordos de maioria parlamentar, pois entraríamos numa situação grave, sem Orçamento e sem condições efectivas de governação.
Mas, se tal vier a acontecer, quero dizer, para que não haja dúvidas, que caso seja eleito Presidente da República agirei, de imediato, no sentido de dar posse a um Governo que tenha como suporte uma maioria parlamentar.
Como é evidente, agirei sempre do mesmo modo, caso sejam quais forem os partidos políticos envolvidos nesses acordos, à Direita, ao Centro ou à Esquerda.
Não compete ao Presidente da República avaliar o programa dos partidos, pois essa competência é exclusivamente da Assembleia da República. Reafirmo o meu compromisso de ser um Presidente que respeita os partidos e as suas decisões. Repito: todos os partidos e todas as decisões.
Permitam-me um terceiro apontamento, na verdade, um apelo para que a actual situação política seja ultrapassada sem tensões, sem fracturas, sem radicalizações. É preciso desdramatizar o que se está a passar, também para defesa do interesse nacional.
Neste sentido, é preciso notar que já passaram cinco semanas desde a data das eleições. Era um tempo necessário para o normal funcionamento da democracia, mas, agora, não há qualquer razão para atrasar o processo de constituição do novo Governo. Não seria positivo prolongar, artificialmente, uma situação de indefinição, que poderia trazer desnecessários custos internos e externos.
Em momentos de transição e de mudança, o Presidente da República tem de ser um factor de união entre todos os portugueses, tem de ser capaz de juntar e não de fracturar, tem de ser um elemento de estabilidade e de confiança.
Tempos diferentes, como aqueles que vivemos, exigem um Presidente capaz de fazer a diferença. Acredito que esta candidatura é a mais capaz de promover os entendimentos e os compromissos que se esperam de um Presidente da República de todos os portugueses.
António Sampaio da Nóvoa

terça-feira, 3 de novembro de 2015

DEFESA DO SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE


"O acesso aos serviços de saúde de qualidade, através do Serviço Nacional de Saúde, é um princípio consagrado na Constituição; serei sempre um defensor intransigente desta causa para todos os portugueses", afirmou Sampaio da Nóvoa, após uma visita ao IPO (Instituto Português de Oncologia). 
O candidato elogiou o empenho e dedicação de todos os profissionais de saúde e de todos os voluntários que se entregam diariamente a esta causa.

JOSÉ FONSECA E COSTA ( 1933-2015)


Fonseca e Costa é uma das grandes referências do cinema português. Contava histórias, com talento e imaginação, ajudando a despertar a curiosidade e a atrair público para filmes falados na nossa língua. O cineasta e o cidadão estiveram sempre do lado da liberdade. O melhor do nosso país está nos seus criadores e, quando eles nos faltam, fica uma ausência difícil de preencher. Fonseca e Costa era um dos bons da fita, e assim o recordaremos.

António Sampaio da Nóvoa

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

SAMPAIO DA NÓVOA A PRESIDENTE

















Os primeiros cartazes da campanha têm por base o slogan “ Sampaio da Nóvoa a Presidente” (SNAP), criado pela equipa Wengorovius e Bidarra. Sampaio da Nóvoa tem como ponto forte a sua credibilidade e por isso a frase chave da campanha é “ um Presidente capaz “.